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Uma equipe de 200 sacerdotes te comentam o Evangelho do dia

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Dia Litúrgico: Quinta-feira da 30ª semana do Tempo Comum

Evangelho (Lc 13,31-35): Naquela hora, alguns fariseus aproximaram-se e disseram a Jesus: «Sai daqui, porque Herodes quer te matar». Ele disse: «Ide dizer a essa raposa: eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã (…).

»Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas não quiseste! (...)».

A política ao serviço do homem

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje Jesus denuncia ao “Rei”, de quem poderiamos esperar a promoção da paz vinculada à justiça. A politica é o âmbito da ração: não duma razão técnico-calculadora, mas “moral”, já que o fim último do Estado e de toda política é de natureza moral (a paz, a justiça...). A restituição da “razão moral” (o razoavelmente ótimo para o homem) exige depurar o “não razoável”.

Como as ideologias caíram, urge desmitificar aqueles valores que se desvirtuaram ao dar-lhes um carater absoluto: progresso, ciência, liberdade... Também, a “maioria”! Nenhum destes valores constitui, em si, um critério último sobre o bem do homem. Existem valores que nem as maiorias podem discuti-los. Mas, quais? Uma primeira resposta a oferece o “Decálogo”, considerando que este não é propriedade privada de cristãos e judeus.

—O “Decálogo” é uma expressão altíssima de razão moral que, como tal, coincide amplamente com a sabedoria de outras grandes culturas. A fé não substitui à razão, mas contribui a destacar valores essenciais.