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Uma equipe de 200 sacerdotes te comentam o Evangelho do dia

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Dia Litúrgico: 9 de Janeiro (Féria do tempo de Natal)

Evangelho (Mc 6,45-52): Jesus voltou para a Galiléia, com a força do Espírito, e sua fama se espalhou por toda a região. Ele ensinava nas sinagogas deles, e todos o elogiavam. Foi então a Nazaré, onde se tinha criado (...). Os olhos de todos, na sinagoga, estavam fixos nele. Então, começou a dizer-lhes: «Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir». Todos testemunhavam a favor dele, maravilhados com as palavras cheias de graça que saíam de sua boca (...).

Revelação das origens de Jesus

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, as gentes de Nazaré expressam a sua admiração —que terminará em incredulidade— porque reparam que Jesus não interpreta as palavras da Sagrada Escritura como era habitual, mas, com uma autoridade inaudita, as refere a si próprio e à sua missão. Esta relação com a Escritura assusta os ouvintes… e na sinagoga o medo acaba por se transformar em oposição: "Este não é o carpinteiro, o filho de Maria?".

E, contudo, perguntavam-se simultaneamente: "Donde lhe vem tudo isso? (…). E esses milagres das suas mãos?" (Mc 6,2). As origens de Jesus são ao mesmo tempo evidentes e desconhecidas.

—Os Evangelhos pretendem responder a estas perguntas. Mateus começa o seu Evangelho com a genealogia de Jesus Cristo; quer esclarecer correctamente, logo desde o princípio, a pergunta sobre as origens de Jesus: a genealogia é uma espécie de título para todo o Evangelho. Lucas, por sua vez, coloca a genealogia no início da vida pública, quase como uma apresentação de Jesus, antecipando tudo o que depois irá narrar.