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Uma equipe de 200 sacerdotes te comentam o Evangelho do dia

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Dia Litúrgico: 27 de Agosto: Santa Mónica

Evangelho (Lc 7,11-17): Quando chegou à porta da cidade, coincidiu que levavam um morto para enterrar, um filho único, cuja mãe era viúva (...). Ao vê-la, o Senhor encheu-se de compaixão por ela e disse: «Não chores!». Naquele tempo, Jesus foi a uma cidade chamada Naim. Os seus discípulos e uma grande multidão iam com ele. Quando chegou à porta da cidade, coincidiu que levavam um morto para enterrar, um filho único, cuja mãe era viúva. Uma grande multidão da cidade a acompanhava. Ao vê-la, o Senhor encheu-se de compaixão por ela e disse: «Não chores!». Aproximando-se, tocou no caixão, e os que o carregavam pararam. Ele ordenou: «Jovem, eu te digo, levanta-te!». O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. Todos ficaram tomados de temor e glorificavam a Deus dizendo: «Um grande profeta surgiu entre nós», e: «Deus veio visitar o seu povo». Esta notícia se espalhou por toda a Judéia e pela redondeza inteira.

Ilustração: Pili Piñero

Hoje, admiramos o exemplo de uma esposa e mãe santa: Mónica (332-387). É a mãe do futuro Sto. Agostinho que, em jovem, a fez sofrer muito devido à sua conduta afastada do cristianismo. Mónica passou à história como uma mãe que chorou muito suplicando a conversão do filho rebelde. Depois de muitas peripécias, Agostinho, através da mãe, conheceu Sto. Ambrósio - bispo de Milão, cuja pregação o levou ao baptismo.

- Nós, os homens por vezes rimo-nos das lágrimas das mães, mas elas nunca passam desapercebidas a Jesus Cristo.