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Uma equipe de 200 sacerdotes te comentam o Evangelho do dia

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Dia Litúrgico: 7 de Março: Santa Perpétua e Santa Felicidade, mártires

Evangelho (Mt 10,34-39): Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: «Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Aquele que tentar salvar a sua vida, perdê-la-á. Aquele que a perder, por minha causa, reencontrá-la-á». Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: «Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Aquele que tentar salvar a sua vida, perdê-la-á. Aquele que a perder, por minha causa, reencontrá-la-á».

Ilustração: Pili Piñero

Hoje é a festa de duas mulheres do séc. II —muito jovens e mães recentes— que se entregaram ao martírio (Cartago, ano 203), durante a perseguição de Septímio. Por amor a Cristo morreram como irmãs, apesar de, desde o ponto de vista social, Felicidade ser escrava de Perpétua. As duas juntas —amparando-se uma à outra— sofreram o mesmo e da mesma maneira.

—Elas entregaram-se à Cruz do Senhor renunciando a um futuro temporal, tendo em vista a “felicidade perpétua”, a única que na verdade conta.