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A morte de Cristo

Rev. D. Antoni CAROL i Hostench
(Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

Hoje reina o silêncio em toda a criação: Jesus jaz morto no túmulo. Não há celebrações nos templos católicos: Deus —o Criador— realmente morreu por suas criaturas. Mistério no mistério!, Diante o qual nos devemos prostrar em atitude de adoração e submissão.

Em Belém, um Deus com e em fraldas, em Getsemani, um Deus estressado, até suar sangue; em Jerusalém, um Deus julgado, escarnecido e coroado de espinhos; na Cruz, um Deus morto. Para amar há que se perder: Deus —na hora extrema, disposta por Ele mesmo— “perdeu” a vida. Nenhuma outra religião, jamais, havia predicado um fato igual. Não há outro “Deus” tão louco de amor como Jesus Cristo.

—Santa Maria, Mãe das Dores: Perdoa-nos. Tu cuidaste Jesus durante mais de trinta anos. Mas, quando cai nas mãos dos homens, apenas viveu umas doze horas... Agora, milagrosamente, o temos —sofrido, morto e ressuscitado— na Eucaristia. Minha vida será cuidar-lhe!